Educação Científica

O Colégio Leonardo da Vinci vem cada vez mais se reinventando, considerando o ensino de ciências como forma de promover o conhecimento de mundo na criança, que é mediada pelo professor e que deve explorá-lo de maneira não fragmentada e investigativa. As ciências naturais passam por diversas transformações com o passar do tempo e sua forma de ensinar também se inovou. Por tal motivo a escola e  o professor deve estar cada vez mais preparado para atuar com este conteúdo nas turmas de educação infantil até o terceiro ano do ensino médio, pois ensinar ciências é trabalhar o meio natural e social do aluno sem deixar e lado os seus conhecimentos prévios e valorizando suas curiosidades, pois esta é a base mais importante neste conteúdo.

O Laboratório Multifuncional de Ciências da Natureza do Colégio Leonardo da Vinci

Um dos maiores laboratórios didáticos da Bahia, totalmente equipado e adequado para atender os alunos desde o grupo 2 (alunos de 2 anos de idade) ao terceiro ano do ensino médio, inclusive apto a realizar trabalhos e exames por profissionais da saúde.

O Colégio Leonardo da Vinci entende o ensino de ciências pode constituir-se em práticas de cidadania e instrumentalização dos alunos para ações responsáveis no meio social. Considera que investir em educação científica desde a infância, é a peça chave para a construção de uma sociedade democrática, economicamente produtiva, mais humana e sustentável.

O Professor Coordenador de Ciências

O professor deve possuir formação pedagógica de qualidade para que possa exercer na prática o desenvolvimento integral da criança, possibilitando a ela torna-se um ser crítico e mais atuante na sociedade em que vive.

Portanto, o Professor Coordenador responsável pelas ações educativa com os alunos, em âmbito interdisciplinar, assim como de capacitação dos demais profissionais da educação no colégio, é o Profº Dr. Wesley Oliveira de Santana.

Profº Dr. Wesley Oliveira de Santana

Graduação em Ciências com habilitação em Biologia pela Universidade do Estado da Bahia (2008). Doutorado direto em Bioquímica pelo Instituto de Química da Universidade de São Paulo USP (2013). Em 2012 ganhou em 1º lugar o prêmio pós-graduação oral no 58ª Congresso Brasileiro de Genética. Foi coordenador do programa Ciência sem Fronteiras (2013-2014) e desde de o início de 2014 é professor e coordenador de pesquisa e extensão Faculdade Ages. Professor substituto da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Na Faculdade Ages é professor de Bioquímica, Biologia Celular e Molecular, Genética, Imunologia, Genética e Melhoramento Genético Vegetal, Histologia e Biologia do Desenvolvimento, Fisiologia, Química Geral Experimental e Estudos Aprofundados de Química e Física Experimental. Tem experiência na área de Sequenciamento de Alto Desempenho, Genômica Comparativa, Sistema de Sinalização e Elementos Genéticos Móveis de Microrganismos. Pesquisas que vem desenvolvendo: 1. Caracterização e aplicação de endolisinas de regiões de profagos de Xylella fastidiosa na dispersão de biofilmes de bactérias patogênicas humanas. 2. Qualificação e quantificação da alfabetização científica em cursos de graduação das áreas biológicas e de saúde.

Formação acadêmica/profissional (Onde obteve os títulos, atuação profissional, etc.)

Graduação em Ciências com habilitação em Biologia pela Universidade do Estado da Bahia (2008).

Doutorado direto em Bioquímica pelo Instituto de Química da Universidade de São Paulo USP (2013).

A Prática da Educação Científica

As turmas participam de atividades interdisciplinares, realizando a práxis teórica e prática, orientadas pelos professores das diversas disciplinas de estudo e pelo professor coordenador.

Aulas Práticas no laboratório,  com experimentação e comprovação in loco a partir das explicações, sempre orientadas e supervisionadas. As crianças se encantam diante dos produtos finais das experiências práticas.